domingo, outubro 31, 2004
Vinyl na Veia
Depois de um tempo de reclusão e período sabático, resolvi redescobrir a noite de sampa. A partir de ontem decidi que é hora de voltar para a farra. Chega de ficar em casa esperando o sapatinho de cristal voltar. A realidade é que ele não vai voltar. Pelo menos não por enquanto.
O príncipe encantado também está por ai redescobrindo a vida e olhando para algumas irmãs, nada boazinhas, da Cinderela.
Meu terapeuta insiste em dizer que a minha crise dos 30 chegou aos 29. Pode ser. No momento é difícil saber. Na realidade fiquei tempo demais fazendo tudo certo. Estudando, trabalhando, pensando menos em garotos do que deveria e tentando reduzir ao mínimo as minhas experiências afetivas. Tudo isso que te ensinam e você acaba levando como verdade por muitos anos. Duas palavras: Crap! Shit!
Já estava há algum tempo sem beber e mais tempo ainda sem sair para uma boa balada, até que reuni alguns amigos e dançamos a noite inteira na Vinyl. A desculpa: Halloween! O lugar é 10: gente bonita e boa música. Muita gente não é fã dos ritmos mais velhinhos de 80 e 90, mas nada que uma sensacional mixagem não te leve para as pistas.
Confesso que misturar vodka e champangne não é nada bom no dia seguinte. Parece até que eu nunca bebi, afinal destilado e fermentado não se misturam. Mas a ressaca está valendo. Alias, ela me levou a falar para meu ex-rolo enrolado que eu estava afim de beija-lo....tudo bem, continua valendo.
Para encerrar a noite, nada que um bom beijo, num delicioso desconhecido, moreno e de belos olhos azuis, não seja aquela chave de ouro. O que conta é que não dá mais para esperar, porque provavelmente o cara certo, não deve estar tão certo assim. E o melhor de tudo, ficar com os errados, sem qualquer envolvimento, poupa o desgaste emocional.
Se eu preciso de ar, também preciso de beijo e champangne.
O príncipe encantado também está por ai redescobrindo a vida e olhando para algumas irmãs, nada boazinhas, da Cinderela.
Meu terapeuta insiste em dizer que a minha crise dos 30 chegou aos 29. Pode ser. No momento é difícil saber. Na realidade fiquei tempo demais fazendo tudo certo. Estudando, trabalhando, pensando menos em garotos do que deveria e tentando reduzir ao mínimo as minhas experiências afetivas. Tudo isso que te ensinam e você acaba levando como verdade por muitos anos. Duas palavras: Crap! Shit!
Já estava há algum tempo sem beber e mais tempo ainda sem sair para uma boa balada, até que reuni alguns amigos e dançamos a noite inteira na Vinyl. A desculpa: Halloween! O lugar é 10: gente bonita e boa música. Muita gente não é fã dos ritmos mais velhinhos de 80 e 90, mas nada que uma sensacional mixagem não te leve para as pistas.
Confesso que misturar vodka e champangne não é nada bom no dia seguinte. Parece até que eu nunca bebi, afinal destilado e fermentado não se misturam. Mas a ressaca está valendo. Alias, ela me levou a falar para meu ex-rolo enrolado que eu estava afim de beija-lo....tudo bem, continua valendo.
Para encerrar a noite, nada que um bom beijo, num delicioso desconhecido, moreno e de belos olhos azuis, não seja aquela chave de ouro. O que conta é que não dá mais para esperar, porque provavelmente o cara certo, não deve estar tão certo assim. E o melhor de tudo, ficar com os errados, sem qualquer envolvimento, poupa o desgaste emocional.
Se eu preciso de ar, também preciso de beijo e champangne.
sábado, outubro 30, 2004
Conhecimento Tardio
Você chega aos 30 e olha pra trás. Neste momento você percebe que todas as noites que você passou estudando foram para o lixo. Na realidade, o que você deveria ter feito era namorar muito, sair além da conta e deixar os estudos para os 30. Afinal, as pessoas que não fizeram nenhum esforço e só curtiram a vida, chegaram no mesmo lugar que você chegou!
sexta-feira, outubro 29, 2004
Livro destas férias
Todo período de férias é excelente para por a leitura em dia. Mesmo se você não encara algumas horinhas de vôo. Desta vez elegi: Por que os Homens Mentem e as Mulheres Choram.
Por enquanto a leitura está sensacional. Vale a pena.
Eu já havia lido o primeiro deles: Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor. Descobrir as diferenças entre os sexos e o que fazer com elas é demais. Principalmente neste louco mundo moderno, no qual os papéis estão tão invertidos.
Por enquanto a leitura está sensacional. Vale a pena.
Eu já havia lido o primeiro deles: Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor. Descobrir as diferenças entre os sexos e o que fazer com elas é demais. Principalmente neste louco mundo moderno, no qual os papéis estão tão invertidos.
Casa Cor 2004
Depois de alguns dias curindo o universo masculino dos eventos de Sampa, foi a vez do meu lado feminino e dondoca falar mais alto. Na quarta, foi dia de Casa Cor.
Para quem nunca tinha pisado em um evento destes a primeira reação é o deslumbramento. Para começar a Casa é gigante. A pergunta fatal é: Como alguém consegue morar nuna casa deste tamanho? Depois: Como se decora tudo isso?
Sinceramente amei a decoração. Dá vontade de sair de lá e se matricular no primeiro curso de decoração disponível. Impressionante como os arquitetos conseguem inventar utilidade para cada canto esquecido.
O evento vale muito, principalmente para que nunca foi. Amei passar a tarde andando no meio de pessoas que só fazem isso. Uhuuuu poderia viver assim, de evento em evento, o resto da vida!
Nota 10
- A Casa de Bonecas que eu sempre sonhei em ter
- A Casa da Árvore que todo mundo quis ter um dia
- Todos os banheiros
Nota 0
- O preço. Salgadinho! R$ 30 para entrar e R$ 15 para o carango.
Para quem nunca tinha pisado em um evento destes a primeira reação é o deslumbramento. Para começar a Casa é gigante. A pergunta fatal é: Como alguém consegue morar nuna casa deste tamanho? Depois: Como se decora tudo isso?
Sinceramente amei a decoração. Dá vontade de sair de lá e se matricular no primeiro curso de decoração disponível. Impressionante como os arquitetos conseguem inventar utilidade para cada canto esquecido.
O evento vale muito, principalmente para que nunca foi. Amei passar a tarde andando no meio de pessoas que só fazem isso. Uhuuuu poderia viver assim, de evento em evento, o resto da vida!
Nota 10
- A Casa de Bonecas que eu sempre sonhei em ter
- A Casa da Árvore que todo mundo quis ter um dia
- Todos os banheiros
Nota 0
- O preço. Salgadinho! R$ 30 para entrar e R$ 15 para o carango.
terça-feira, outubro 26, 2004
O Suicídio está na moda
Depois da cantora Britney Spears fazer um video clip no qual morria na banheira, chegou a vez da TV americana ilustrar o suícidio de forma romântica e quase pueril. Não que eu seja contra, mas acho que certas coisas não precisam ser exaltadas.
Nip/Tuck exibido pelo canal pago Fox, é uma série de TV forte e desafiadora, estrelada por Dylan Walsh e Julian McMahon. A série mostra a vida de dois cirurgiões plásticos, amigos desde a faculdade e os dramas morais de cada um.
Há alguns episódios o Dr. Sean (Dylan Walsh), casado e pai de dois filhos, se envolve com uma paciente que resolveu fazer implantes de silicone, após a cura de um câncer. Os dois se apaixonam, vivem um romance, mas infelizmente o câncer volta e a paciente tem seus dias contados.
Para fugir da dor e sem forças para encarar a degeneração do câncer, a moça resolve cometer suícidio. Mesmo contra, Dr. Sean permanece ao lado dela e acaba facilitando a experiência, tonando-a menos dolorosa.
A cena é romântica, dramática e linda.
O casal se dirige para um hotel na praia, onde passaram seus melhores momentos. Ela escreve cartas, toma várias pílulas com um copo de leite e antes de deitar na cama, pede ao médico que se lembre dela no começo e no meio da relação, mas nunda do fim. O médico segura a mão da amada enquato ela se deita, com um saco plástico na cabeça, e morre lentamente, sem dor ou desespero, ao som de Rocketman de Elton John.
Tranquila, serena, linda e pacífica.
Diferente de todas as cenas de morte já vistas na TV, essa foi sem dúvida a que mais me emocionou. Desde a cena dramática de Romeu e Julieta, nunca um suicídio foi tão doce e terno. O que nos faz repensar a idéia do suicídio por ataques e achaques momentâneos. Esse foi pensado, planejado e vivido.
O único problema é que nem todas as pessoas que assistem a cenas como estas estão preparadas para encará-las apenas como uma cena e não como uma idéia.
Nip/Tuck exibido pelo canal pago Fox, é uma série de TV forte e desafiadora, estrelada por Dylan Walsh e Julian McMahon. A série mostra a vida de dois cirurgiões plásticos, amigos desde a faculdade e os dramas morais de cada um.
Há alguns episódios o Dr. Sean (Dylan Walsh), casado e pai de dois filhos, se envolve com uma paciente que resolveu fazer implantes de silicone, após a cura de um câncer. Os dois se apaixonam, vivem um romance, mas infelizmente o câncer volta e a paciente tem seus dias contados.
Para fugir da dor e sem forças para encarar a degeneração do câncer, a moça resolve cometer suícidio. Mesmo contra, Dr. Sean permanece ao lado dela e acaba facilitando a experiência, tonando-a menos dolorosa.
A cena é romântica, dramática e linda.
O casal se dirige para um hotel na praia, onde passaram seus melhores momentos. Ela escreve cartas, toma várias pílulas com um copo de leite e antes de deitar na cama, pede ao médico que se lembre dela no começo e no meio da relação, mas nunda do fim. O médico segura a mão da amada enquato ela se deita, com um saco plástico na cabeça, e morre lentamente, sem dor ou desespero, ao som de Rocketman de Elton John.
Tranquila, serena, linda e pacífica.
Diferente de todas as cenas de morte já vistas na TV, essa foi sem dúvida a que mais me emocionou. Desde a cena dramática de Romeu e Julieta, nunca um suicídio foi tão doce e terno. O que nos faz repensar a idéia do suicídio por ataques e achaques momentâneos. Esse foi pensado, planejado e vivido.
O único problema é que nem todas as pessoas que assistem a cenas como estas estão preparadas para encará-las apenas como uma cena e não como uma idéia.
Realidade feminina que acaba com a paciência dos homens
A mulher se veste cuidadosamente de acordo com o tempo, a estação, a moda, a cor do cabelo, da pele, dos olhos, o lugar onde está indo, a forma como se sente naquele dia, com quem está saindo e o que irão fazer.
Para o homem, basta dar uma cheiradinha na roupa que deixou no encosto da cadeira.
Para o homem, basta dar uma cheiradinha na roupa que deixou no encosto da cadeira.
Piadinha Feminista
Por que são necessários quatro milhões de espermatozóides para encontrar e fertilizar um único óvulo?
Porque nenhum deles gosta de perguntar qual é o caminho!
Porque nenhum deles gosta de perguntar qual é o caminho!
O homem ideal
Depois de alguns programas tipicamente masculinos cheguei ao homem ideal:
alto, loiro, gentil, educado, que saiba se deliciar com uma boa taça de Champangne e aprecie a beleza de um Jaguar mesmo que não possa compra-lo. Se vestir terno, fica melhor ainda!
Obs: se ele gostar de fazer amor com a luz acesa, realmente Deus existe!
alto, loiro, gentil, educado, que saiba se deliciar com uma boa taça de Champangne e aprecie a beleza de um Jaguar mesmo que não possa compra-lo. Se vestir terno, fica melhor ainda!
Obs: se ele gostar de fazer amor com a luz acesa, realmente Deus existe!
Salão do Automóvel 2004
Não sei o que acontece com os eventos em Sampa. A cada edição eles parecem menores e esta sensação não foi muito diferente no Salão do Automóvel.
Encontro três opções para isso:
1. As empresas estão fechando
2. As fusões não páram, daqui a pouco teremos uma única marca para tudo
3. As feiras estão caras demais para os expositores
Considerações a parte, o Salão é um show. Os estandes estão lindos, os carros são de babar, deixam qualquer um louco e claro para os homens ainda existem as demonstradoras.
A melhor parte de ver os homens nos estandes, é ouvir estes barbados que sabem tudo sobre os carros que estão expostos, perguntando para as recepcionistas se "o santo antônio do Audi TT abaixa automaticamente" e ver a pobre moça com a maior cara de interrogação.
Cantadinha barata essa aí! Seria melhor o cara falar algo do tipo: " se você aceitar meu convite para jantar, eu compro um carro deste aqui só para te levar!"
Poxa, essa cantada é delicada, gentil, valoriza a pobre moça que está de pé a "N" horas e ainda mostra atitude. Difícil né!
Salão Nota 10
Cada Mercedez, principalmente o protótipo de U$ 3,5.
Cada Jaguar.
O protótipo do Audi Alemão de U$ 2,5.
O estande da Ford que tinha um salão de beleza para as mulheres e uma área infantil (diversão para a família toda).
Salão Nota 0
O demonstrador da Mercedez que não sabia abrir o capô do protótipo e passou o maior vexame.
Os caras que ficam perguntando coisas que já sabem para moças que não têm a menor idéia do que eles estão falando.
Não poder levar nenhum Jaguar para casa.
Meu irmão que levou a máquina digital sem bateria e eu fiquei sem a foto do Jaguar.
Encontro três opções para isso:
1. As empresas estão fechando
2. As fusões não páram, daqui a pouco teremos uma única marca para tudo
3. As feiras estão caras demais para os expositores
Considerações a parte, o Salão é um show. Os estandes estão lindos, os carros são de babar, deixam qualquer um louco e claro para os homens ainda existem as demonstradoras.
A melhor parte de ver os homens nos estandes, é ouvir estes barbados que sabem tudo sobre os carros que estão expostos, perguntando para as recepcionistas se "o santo antônio do Audi TT abaixa automaticamente" e ver a pobre moça com a maior cara de interrogação.
Cantadinha barata essa aí! Seria melhor o cara falar algo do tipo: " se você aceitar meu convite para jantar, eu compro um carro deste aqui só para te levar!"
Poxa, essa cantada é delicada, gentil, valoriza a pobre moça que está de pé a "N" horas e ainda mostra atitude. Difícil né!
Salão Nota 10
Cada Mercedez, principalmente o protótipo de U$ 3,5.
Cada Jaguar.
O protótipo do Audi Alemão de U$ 2,5.
O estande da Ford que tinha um salão de beleza para as mulheres e uma área infantil (diversão para a família toda).
Salão Nota 0
O demonstrador da Mercedez que não sabia abrir o capô do protótipo e passou o maior vexame.
Os caras que ficam perguntando coisas que já sabem para moças que não têm a menor idéia do que eles estão falando.
Não poder levar nenhum Jaguar para casa.
Meu irmão que levou a máquina digital sem bateria e eu fiquei sem a foto do Jaguar.
segunda-feira, outubro 25, 2004
Falling in Love
Sabe qual é a pior parte de estar apaixonada? Não é só não ser correspondida.
Na real, a pior parte é você conhecer o monte de outros caras que não chegam aos pés do "Don Juan" em questão. Todos parecem tão distantes daquilo que você realmente gosta, que no final acaba mais apaixonada ainda pelo seu amor platônico.
Uma consideração sobre isso no meio das férias: "cadê meu cobertor de orelha?".
Na real, a pior parte é você conhecer o monte de outros caras que não chegam aos pés do "Don Juan" em questão. Todos parecem tão distantes daquilo que você realmente gosta, que no final acaba mais apaixonada ainda pelo seu amor platônico.
Uma consideração sobre isso no meio das férias: "cadê meu cobertor de orelha?".
Fórmula 1
Ronco do motor, cheiro de gasolina e muita animação da torcida brasileira, marcaram o dia da Fórmula 1, para quem esteve no autódromo de Interlagos. Sem dúvida, claro que para quem gosta de corrida e carros, estar no autódromo durante um GP é sensacional.
Toda a orquestração da festa e das próprias equipes é algo impressionante. Tudo é milimetricamente planejado e executado. Uma lição de gestão sobre pressão para qualquer pessoa.
Ontem a torcida era para o Barrichello ganhar, já que ele saiu na poli. Ver ao vivo uma corrida do Rubinho, deixa claro porque o cara não vence. Ele não é arrojado nas pistas, não se arrisca. Sem contar que tem um talento,"invejável" para perder posições.
Que saudades do Senna. É verdade que eu nunca vi o Senna correr ao vivo. Contudo, ontem quando entrei em Interlagos, senti que aquela era a casa deste brasileiro que deixou saudades. O cara era bom, fato indiscutível. Acima de tudo, ele amava o que fazia. Isso marca a diferença.
Continuando com as minhas férias pela cidade...hoje é dia de Salão do Automóvel. Vem mais carro por ai.
Toda a orquestração da festa e das próprias equipes é algo impressionante. Tudo é milimetricamente planejado e executado. Uma lição de gestão sobre pressão para qualquer pessoa.
Ontem a torcida era para o Barrichello ganhar, já que ele saiu na poli. Ver ao vivo uma corrida do Rubinho, deixa claro porque o cara não vence. Ele não é arrojado nas pistas, não se arrisca. Sem contar que tem um talento,"invejável" para perder posições.
Que saudades do Senna. É verdade que eu nunca vi o Senna correr ao vivo. Contudo, ontem quando entrei em Interlagos, senti que aquela era a casa deste brasileiro que deixou saudades. O cara era bom, fato indiscutível. Acima de tudo, ele amava o que fazia. Isso marca a diferença.
Continuando com as minhas férias pela cidade...hoje é dia de Salão do Automóvel. Vem mais carro por ai.
Casa da Beleza
A melhor parte de ir a um evento como este, é que você descobre que todas as mulheres precisam de fino trato para ficarem lindas! Você entra na Casa meio "comum"e "normal". Depois de massagens, maquiagem, cabelo e unha, você sai uma nova mulher. Isso é a melhor tecnologia que alguém poderia inventar.
Sem dúvida, beleza é fundamental.
Sem dúvida, beleza é fundamental.
sexta-feira, outubro 22, 2004
A Paixão de Cristo
Confesso que não imaginei que gostaria tanto deste filme. Antes de vê-lo em DVD, ouvi milhares de criticas positivas e negativas. Entre as negativas, as pessoas diziam que o filme era sanguinário e que as cenas de violência eram gratuitas.
Minha opinião: para quem leu a bíblia ou no mínimo se lembra das aulas de catecismo, sabe bem que as cenas não são nada gratuitas e que Mel Gibson tem seu mérito por seguir a risca o que consta no livro sagrado. Eu gostei. Achei justo e honesto. Na realidade o que mais me impressionou foi o trabalho da atriz que interpretou Maria. Nunca alguém foi tão fiel em suas expressões de dor e angústia.
Para quem assisite o sensacional Quentin Tarantino, não pode dizer que A Paixão de Cristo tem cenas de violência gratuitas ou fora de propósito. Não mesmo.
Acho que o choque das pessoas está mais em pensar que, além dos efeitos especiais, aquilo foi a mais pura verdade e confrontar com essa realiade dói. Mesmo para quem não é católico.
Da mesma forma que se faz 250 filmes sobre o terror do holocausto, porque não aceitar um filme sobre o nascimento do cristianismo? O que há de mal, em lembrar que existiu alguém que foi massacrado sim, por defender uma revolução religiosa? Defendemos revoluções todos os dias, em menos escala, é verdade.
No mundo atual, é mais fácil se meter em uma das igrejas novas, com pastores cada vez mais ricos, cujo o ponto alto do culto é levantar um envelope com dinheiro para pedir mais. Que espécie de religião é essa? Sem preconceito, eu aceito todas. De verdade.
Mas antes de julgar um filme como A Paixão de Cristo, é bom rever alguns valores.
Minha opinião: para quem leu a bíblia ou no mínimo se lembra das aulas de catecismo, sabe bem que as cenas não são nada gratuitas e que Mel Gibson tem seu mérito por seguir a risca o que consta no livro sagrado. Eu gostei. Achei justo e honesto. Na realidade o que mais me impressionou foi o trabalho da atriz que interpretou Maria. Nunca alguém foi tão fiel em suas expressões de dor e angústia.
Para quem assisite o sensacional Quentin Tarantino, não pode dizer que A Paixão de Cristo tem cenas de violência gratuitas ou fora de propósito. Não mesmo.
Acho que o choque das pessoas está mais em pensar que, além dos efeitos especiais, aquilo foi a mais pura verdade e confrontar com essa realiade dói. Mesmo para quem não é católico.
Da mesma forma que se faz 250 filmes sobre o terror do holocausto, porque não aceitar um filme sobre o nascimento do cristianismo? O que há de mal, em lembrar que existiu alguém que foi massacrado sim, por defender uma revolução religiosa? Defendemos revoluções todos os dias, em menos escala, é verdade.
No mundo atual, é mais fácil se meter em uma das igrejas novas, com pastores cada vez mais ricos, cujo o ponto alto do culto é levantar um envelope com dinheiro para pedir mais. Que espécie de religião é essa? Sem preconceito, eu aceito todas. De verdade.
Mas antes de julgar um filme como A Paixão de Cristo, é bom rever alguns valores.
Sem Originalidade
Eu queria entender porque em todos os filmes sobre o fim do mundo, metade da tripulação sempre morre? Você já começa a assistir o filme sabendo que, no final, sobrará só o par romântico. Isso porque as histórias geralmente não são nada "água com açúcar". Que coisa mais sem graça! Por que não sobra a tripulação inteitra???
quarta-feira, outubro 20, 2004
Ferias!!!
Sinceramente quando chega o momento de sair de férias eu sempre fico meio perdida. Geralmente saio sem planejamento e meus dias fora do trabalho acabam sendo supreendentemente ótimos.
Desta vez, muito mais do que me afastar do trabalho, preciso me afastar da minha equipe. É otimo trabalhar em equipe, mas as vezes ver as mesmas pessoas, falando as mesmas coisas todos os dias, cansa. E como cansa.
Sinceramente, está na hora de reciclar! Férias aí vou eu!
Desta vez, muito mais do que me afastar do trabalho, preciso me afastar da minha equipe. É otimo trabalhar em equipe, mas as vezes ver as mesmas pessoas, falando as mesmas coisas todos os dias, cansa. E como cansa.
Sinceramente, está na hora de reciclar! Férias aí vou eu!
terça-feira, outubro 12, 2004
Acredite se quiser: endermoterapia é coisa do passado
Feriado em Sampa, com tempo feio, oferece duas opções: cinema lotado ou TV. Desta vez fiquei com a segunda opção.
Zapeando pelos canais, acabei caindo no GNT e assisti ao programa Um Século de Moda. Assunto da tarde: evolução da lingerie feminina e das meias finas. Bem no meio da história evolutiva do vestuário feminino, estava a obsessão das mulheres por pernas lindas e perfeitas. As décadas passam e a obsessão é a mesma!
Minha surpresa foi ver na reportagem uma maquina de sucção, usada pelas atrizes holliwoodianas nas décadas de 60 e 70, para dimunuir a celulite e as ondulações. Nada mais era do que uma das primeiras máquinas do que chamamos de endermoterapia. Aquela mesma máquina que tem em qualquer boa clínica de estética, que suga a sua perna como se fosse um aspirador. Arghhhhh como é que a gente passa por isso com naturalidade???
Difícil acreditar no que vi. Cada vez mais, o mito de que as beldades nascem perfeitas, cai por terra. Claro que não dá para negar a beleza de Rita Hayworth ou Marilyn Monroe, mas todas tinham seus truques. Aliás, são os truques que fazem das mulheres seres humanos complicados e perfeitinhos.
Saber disso é ótimo para nós mulheres mortais. Gente de verdade, que se divide entre trabalho, família, namorado, academia e centros de estéticas. Ser bonita é legal. Descobrir fontes de beleza é mais legal ainda.
E com o toda mortal que se preza, estarei me entregando as novidades do assunto no próximo Casa da Beleza, (http://www.casadabeleza.com.br). O evento que começa no próximo dia 18 de outubro, está com quase todos os seus horários esgotados. Mas consegui uma vaguinha para conhecer uns bons tratamentos para as pernas, patrocinados pela marca Gillete.
Entre o filme 1,99 e o documentário da GNT, sem dúvida meu lado feminino veio a tona: consumo aliado a estética. É pagar pra ver! Afinal, a maior qualidade de uma mulher é saber esconder seus pequenos defeitos!
Zapeando pelos canais, acabei caindo no GNT e assisti ao programa Um Século de Moda. Assunto da tarde: evolução da lingerie feminina e das meias finas. Bem no meio da história evolutiva do vestuário feminino, estava a obsessão das mulheres por pernas lindas e perfeitas. As décadas passam e a obsessão é a mesma!
Minha surpresa foi ver na reportagem uma maquina de sucção, usada pelas atrizes holliwoodianas nas décadas de 60 e 70, para dimunuir a celulite e as ondulações. Nada mais era do que uma das primeiras máquinas do que chamamos de endermoterapia. Aquela mesma máquina que tem em qualquer boa clínica de estética, que suga a sua perna como se fosse um aspirador. Arghhhhh como é que a gente passa por isso com naturalidade???
Difícil acreditar no que vi. Cada vez mais, o mito de que as beldades nascem perfeitas, cai por terra. Claro que não dá para negar a beleza de Rita Hayworth ou Marilyn Monroe, mas todas tinham seus truques. Aliás, são os truques que fazem das mulheres seres humanos complicados e perfeitinhos.
Saber disso é ótimo para nós mulheres mortais. Gente de verdade, que se divide entre trabalho, família, namorado, academia e centros de estéticas. Ser bonita é legal. Descobrir fontes de beleza é mais legal ainda.
E com o toda mortal que se preza, estarei me entregando as novidades do assunto no próximo Casa da Beleza, (http://www.casadabeleza.com.br). O evento que começa no próximo dia 18 de outubro, está com quase todos os seus horários esgotados. Mas consegui uma vaguinha para conhecer uns bons tratamentos para as pernas, patrocinados pela marca Gillete.
Entre o filme 1,99 e o documentário da GNT, sem dúvida meu lado feminino veio a tona: consumo aliado a estética. É pagar pra ver! Afinal, a maior qualidade de uma mulher é saber esconder seus pequenos defeitos!
1,99 Um Supermercado que Vende Palavras
Meu último post foi em julho....Desde a última vez decidi que nao escreveria mais. Nenhuma palavra. Silencio total. Reciclagem e meses sabáticos para repreender a falta de acontecimentos da minha vida.
Depois do início de uma pós-graduação, onde escrever é mais do que 100% essencial, chegamos em outubro e o que posso dizer das palavras: "não consigo viver sem elas". Por mais que eu tente, escrever ainda é a minha paixão.
Há minutos assisti ao filme "1,99 um supermercado que vende palavras" A descrição do filme é simples: "Os 3 personagens principais do filme são o desejo, a angústia e a compulsão que temos no ato da compra. Curiosas histórias ocorrem neste supermercado branco e ninguém consegue sair de lá sair."
O filme acabou e me deixou com uma vontade irresistível de voltar ao micro e escrever. Bom pra mim e espero que bom para quem navega por aqui.
O mais interessante do filme, é sem dúvida, as frases escolhidas pelo diretor em cada embalagem. Sao frases de anúncios, perguntas e afirmações corriqueiras. O impacto está muito mais em tudo o que se lê, do que prórpiamente no filme em si. Sem qualquer diálogo, as expressões dos atores te levam a uma incursão do consumo de idéias.
Se você tem 60 minutos para fazer qualquer coisa bem diferente, ver 1,99 Um Supermercado que Vende Palavras, é um boa opção. Mas antes de apertar o play do seu DVD, deixe o preconceito guardado na gaveta.
Depois do início de uma pós-graduação, onde escrever é mais do que 100% essencial, chegamos em outubro e o que posso dizer das palavras: "não consigo viver sem elas". Por mais que eu tente, escrever ainda é a minha paixão.
Há minutos assisti ao filme "1,99 um supermercado que vende palavras" A descrição do filme é simples: "Os 3 personagens principais do filme são o desejo, a angústia e a compulsão que temos no ato da compra. Curiosas histórias ocorrem neste supermercado branco e ninguém consegue sair de lá sair."
O filme acabou e me deixou com uma vontade irresistível de voltar ao micro e escrever. Bom pra mim e espero que bom para quem navega por aqui.
O mais interessante do filme, é sem dúvida, as frases escolhidas pelo diretor em cada embalagem. Sao frases de anúncios, perguntas e afirmações corriqueiras. O impacto está muito mais em tudo o que se lê, do que prórpiamente no filme em si. Sem qualquer diálogo, as expressões dos atores te levam a uma incursão do consumo de idéias.
Se você tem 60 minutos para fazer qualquer coisa bem diferente, ver 1,99 Um Supermercado que Vende Palavras, é um boa opção. Mas antes de apertar o play do seu DVD, deixe o preconceito guardado na gaveta.


